segunda-feira, 27 de outubro de 2008

TIM Festival - Ponte Brooklyn


A última noite de shows na Arena Ibirapuera rolou neste sábado, 25 de outubro. A banda paulistana Cérebro Eletrônico começou o show por volta das 21h. O quinteto levou ao palco as músicas do segundo disco da banda, Pareço Moderno, e do primeiro, Onda Hibrida Ressonante. Som de qualidade cheio de referências que vão da tropicália ao jazz. As poucas pessoas presentes no show ainda estavam meio dispersas, mas a energia e a excentricidade do vocalista Tatá Aeroplano não permitiram que o show passasse despercebido.

Mais tarde, a banda norte-americana The National inicia o show que definitivamente marcou a noite: a banda estava acompanhada de ótimos músicos que enriqueceram o som com trompete e trombone. A música de abertura Start a War fez com que o público logo entendesse a mensagem: o show seria intenso. O vocalista Matt Berninger contagiou a todos com sua voz densa que ganhou destaque em Brainy. Outro músico que brilhou no palco, sem dúvida foi o violinista Padma Newsome, que embora não seja membro oficial da banda ganhou o prestígio da platéia pela sua forma apaixonada de tocar. Uma das músicas que mais chamou atenção foi em Baby, We'll Be Fine, quando ele segurou o intrumento feito um violão. Passando pouco mais de uma hora de show, a banda encerra com About Today, fazendo um instrumental em mais uma vez o violino gritou e emocionou.

Por volta das 23h40 começou o show da dupla nova-iorquina MGMT, que vieram acompanhados de mais três músicos. O primeiro a dar as caras foi o tecladista Andrew VanWyngarden que sozinho introduziu um som de órgão, enquanto o vocalista BenGolwasser entra com uma arara carregada de bichinhos de pelúcia. A arena lotada de fãs vestido a caráter com bandanas, batas e um visual 60’s não fizeram questão de conter a euforia de ver a banda mais esperada na noite subir ao palco. O clima psicodélico logo tomou conta com a música de abertura 4th Dimensional Transition. Quem arriscou ficar perto das caixas de som teve que agüentar o som das guitarras e dos sintetizadores que fizeram o chão literalmente tremer. Propositalmente ou não a diferença na qualidade do som comparado ao show anterior foi bastante notável. O show seguiu com as músicas do único disco da banda Oracular Spetacular, como Electric Feel e o seu maior hit Time to Pretend, que deu seqüência a música mais dançante da banda, Kids, que terminou de forma impiedosamente ensurdecedora e sem direito a bis.

O festival acabou antes da uma da madrugada de forma pouco agradável: o parque iria fechar e por isso, os seguranças do local expulsaram de forma constrangedora as pessoas que ainda ficaram na arena na fila da cerveja ou esperando por alguém. Ou seja, mais uma vez o público pagou por um erro de má organização do evento.

2 comentários:

Amanda Grazini disse...

q dó gords!!!

vc foi varrida pela poliça????

Amanda Grazini disse...

ai q dó gorda!

é serio oq vc falou?hahah

vc nunca tinha visto meu brog?